Sem Essa de Amélia
Crônicas   Sexo   Para Eles   Politica Rosa   Twittezow   Naveguei   Entrevistas   Tem Direito   Vou de Free
As Cantoras do Rádio
29/08
às 11:00

É bom, e a gente gosta!

Ilustração

Sexo melhora para casal que divide tarefas domésticas, revela pesquisa


Este ano, o The New York Times publicou um artigo controverso sugerindo que, quando os homens ajudam com as tarefas domésticas – em vez de as mulheres fazerem tudo --, o casamento e a vida sexual do casal sofrem.

Agora, novas pesquisas estão rejeitando essa ideia.

De acordo com um artigo escrito por Sharon Sassler, professora da Universidade Cornell, para o Conselho das Famílias Contemporâneas, as estatísticas citadas pelo The New York Times são desatualizadas, tomadas de casamentos do fim dos anos 1980. Sassler e colegas decidiram analisar dados mais recentes (de 2006) e eis o que descobriram:

“Casais que dividem o trabalho doméstico fazem sexo pelo menos com a mesma frequência, e estavam pelo menos tão satisfeitos com a frequência e a qualidade do sexo, quanto casais em que a mulher faz a maior parte das tarefas da casa”, escreve Sassler. “Na verdade, esses parceiros igualitários tinham um ranking um pouco melhor nessas categorias, relatando mais sexo e mais satisfação com a frequência e a qualidade do sexo que casais convencionais.”

De fato, um estudo de abril de 2014 publicado na Sex Roles aponta que, quando as tarefas domésticas são divididas mais igualmente, as mulheres relatam melhores índices de satisfação marital, portanto rejeitando a ideia de que um homem aparentando feminilidade – lavando louça e passando aspirador de pó – poderia tirar o tesão das mulheres.

O mesmo é verdade para o estudo de Sassler; uma parceria mais igualitária leva a um sexo igual ou talvez até mesmo melhor. “Se mais homens percebessem que a frequência sexual era maior quando a carga doméstica tem uma divisão mais igualitária, talvez eles pegassem na vassoura mais vezes”, escreve ela.

 

Por Brasil Post | De Taryn Hill
( 0 )
Ilustração

Há uma razão para que a pele fique um pouco diferente depois das festas do fim de semana: o que se come aparece na pele, para o bem e para o mal

 

01 Doces

Uma sobrecarrega de açúcar pode iniciar um processo de glicação - quando se come mais açúcar do que as células podem processar, o excesso das moléculas de açúcar se combinam às proteínas sem a atuação de uma enzima. Esse processo aleatório prejudica o funcionamento das biomoléculas, atinge o colágeno e causa o envelhecimento da pele.

 

02 Álcool

Uma pele saudável reflete um fígado saudável. Isto porque, quando o fígado trabalha bem, as toxinas que poderiam se acumular e afetar a pele são expelidas naturalmente. Quando isso não acontece, essas toxinas não são quebradas e causam uma série de problemas, como acne, rugas e rosácea. Além disso, o álcool desidrata e é ruim para o sono, dois fatores que também afetam a pele.

 

03 Carne de churrasco

O carvão do churrasco pode ter hidrocarbonetos pró-inflamatórios que podem ser um problema, já que a inflamação rompe o colágeno da pele. Não é preciso banir o churrasco, mas pelo menos limpe grade e espetos para não contaminar sua próxima refeição.

 

04 Alimentos salgados

Você pode nem usar sal para cozinhar, mas isso não garante a sua ingestão de sal é baixa, já que muitos enlatados são preservados com o sódio, assim como sucos de frutas em caixa - o que pode fazer você reter água e provocar um olhar inchado. Para uma emergência, aplique um hidratante à base de cafeína para combater a retenção de líquidos.

 

05 Carnes processadas

Linguiça, bacon e outros embutidos têm sulfitos e outros conservantes que podem desencadear a inflamação na pele e acelerar o processo de envelhecimento, além de serem ricos em sal. Se não conseguir dizer adeus para sempre, use menos carne e exagere nos vegetais.


Por O Globo.
( 0 )
28/08
às 14:00

Ciência!

Reprodução

Universitários criam esmalte de unha que identifica 'droga do estupro' em bebidas


Produto ainda não tem data para chegar ao mercado

Estudantes da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, desenvolvem um esmalte de unha que pode identificar a presença de drogas utilizadas por estupradores para dopar potenciais vítimas do golpe conhecido como 'Boa Noite, Cinderela'. Através do contato com substâncias presentes em medicamentos como Rohypnol e GHB, o esmalte altera sua cor, indicando a presença da droga.

O esmalte, batizado de Undercober Color, é um dos produtos desenvolvidos pelos jovens universitários que querem possibilitar que mulheres se defendam de potenciais agressores.

“Para o nosso primeiro produto, desenvolvemos um esmalte que muda de cor quando é colocado em contato com drogas usadas em estupros, como a Rohypnol, Xanax, e GHB. Com o nosso esmalte, qualquer mulher poderá, discretamente, garantir a sua própria segurança ao simplesmente mergulhar o dedo na sua bebida. Se o esmalte mudar de cor, ela saberá que há algo errado”, afirma a empresa em sua página no Facebook.

Segundo o jornal O Globo, apesar de promissor, o produto ainda não tem data para chegar ao mercado.


 

Por Correio 24 Horas.
( 0 )
28/08
às 09:00

Equidade!

Reprodução
Por CNJ
( 0 )
26/08
às 14:00

Eleições 2014 (I)

Chapas sem o mínimo de candidatas mulheres podem ser impugnadas

Ministério Público pode impugnar candidaturas e até chapas inteiras que não apresentarem 30 por cento de candidatas mulheres


Além da ficha suja, outra regra pode impugnar não só as candidaturas, mas chapas inteiras. A chapa proporcional de partido ou coligação que não apresentar pelo menos uma candidata mulher para cada dois candidatos homens vai ser excluída da corrida eleitoral. O objetivo é reforçar a participação feminina na politica brasileira.

As mulheres representam 50% da população mas estão sub-representadas no Congresso. Dos 513 deputados, apenas 45 são mulheres - menos de nove%. Das 81 vagas no Senado, apenas nove são ocupadas por senadoras, o que dá só 11%. Desde 2007, a lei obriga partidos e coligações a ter pelo menos 30% de candidaturas do sexo feminino. Mas até 2010 isso não era respeitado. Agora, será a primeira vez que a justiça ameaça derrubar a chapa que não tiver 30% de mulheres.

O Ministério Público diz que vai impugnar o documento que atesta a regularidade dos atos partidários quando não for preenchida a cota de mulheres. Se a Justiça Eleitoral seguir este entendimento, terá que impedir essas chapas e coligações de concorrer às eleições de outubro.

 

Por Càmara dos Deputados
( 0 )
Ilustração

7 comportamentos dos pais que impedirão seus filhos de se tornarem líderes

Veja quais são e como evitá-los

Muitos pais têm tratado suas crianças e adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo seu crescimento pessoal

Kathy Caprino, que escreve para a Forbes, costumava trabalhar como terapeuta familiar, antes de se tornar coach de carreira e liderança. Nesse longo tempo, em contato com casais, famílias e crianças, Caprino diz ter testemunhado uma variedade de comportamentos funcionais, mas também disfuncionais, por parte dos pais que conheceu. Impedir os filhos de ganhar independência, perseverança e se tornarem os líderes em potencial que são eram práticas frequentes, ainda que inconscientes.

Buscando informações sobre o assunto, Kathy se deparou com os livros do Dr. Tim Elmore, escritor e fundador de uma organização que busca empoderar jovens através de um trabalho de mentoria. O especialista confirmou suas constatações: muitos pais têm tratado suas crianças e adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo seu crescimento pessoal e podando suas capacidades de liderança - de si mesmos e de empreendimentos ao redor do mundo.

Aqui estão 7 desses comportamentos, identificados por Elmore, e que devem ser evitados se você quer que seu filho se torne um líder capaz:

1. Não deixar as crianças se arriscarem

O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para protegê-las. Isso é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.

2. Correr ao seu socorro muito rápido

Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes. Do contrário, serão adultos acomodados e inconsequentes.

3. Elogiar com facilidade

Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que "todos são vencedores" pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.

4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança

Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga "não" ou "agora não" e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.

5. Não compartilhar nossos erros

Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.

6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade

A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como responde às pequenas responsabilidades que lhes forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!

7. Não fazer o que dizemos

Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo aquelas mais simples). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho, com certeza, as estará observando.

Com informações da Forbes

 

Por Administradores.Com
( 0 )