Sem Essa de Amélia
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As Cantoras do Rádio
22/08
às 14:00

Humor: A Cartomante.

Por Coringa Art Produções
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Site oferece curso de customização de roupas e acessórios

 

 

 

O site também disponibiliza outros cursos de moda gratuitamente como Consultoria de Moda I e II e Corte e Costura

A customização de roupas não requer apenas dom, mas também muita técnica. E para ajudar pessoas criativas que gostam de ousar e reaproveitar peças usadas, o site Prime Cursos disponibiliza gratuitamente um curso online de customização de roupas e acessórios.

No total, são 35 horas de conteúdo e o aluno tem acesso a várias dicas e técnicas. A programação de aulas conta com itens como 'A história da customização', 'Técnicas de Tingimentos', 'Customização de Bijoux' e 'Tecidos e Cores'.

O site também oferece outros cursos de moda gratuitamente como Consultoria de Moda I e II e Corte e Costura.

Fonte: IBahia

 

Por Emília Oliveira
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22/08
às 09:00

A um passo da traição

Foto: Dona Girafa

O que fazer quando se está casada e apaixonada - por outro?

Depois de alguns anos de casamento, parece que a paixão abranda e o relacionamento se sustenta no amor. Por cima do ombro esquerdo, o anjinho sussurra no seu ouvido como é bom ter segurança, família e tranquilidade. Por cima do ombro direito, o diabinho anda melancólico e está com saudade de sentir o coração acelerar dentro do peito, fazendo com que você pense ter 15 anos outra vez. É aí que muitas mulheres casadas voltam a experimentar os calores de uma paixão – não pelo marido, mas por outro homem. O que fazer?

TESTE: VOCÊ ESTÁ MESMO APAIXONADA?

Aos primeiros sintomas de paixão fora do casamento, é comum que o taquicardia venha acompanhado por medo – de magoar, de ser magoado, de perder ou de abrir mão de viver uma coisa muito especial… A comerciante Saski acredita que não devemos julgar ninguém que esteja nessa situação. "Nunca sabemos se iremos passar por isso. Eu sou casada, adoro o meu marido, mas nosso relacionamento na cama não é legal…", confessa, dizendo ainda que sente uma atração muito forte por outro homem. "Sei que se a gente ficasse, seria só sexo. Às vezes tenho vontade de me entregar e ter uma noite de prazer. Mas e se eu me apaixonasse por ele? Seria muito complicado", diz ela que, por medo, prefere não arriscar.

É uma situação muito complicada: meu marido não me trata mais como antes. Estou carente e me interessei por outra pessoa, que me diz tudo o que quero ouvir

Muitas mulheres casadas se queixam do comportamento do maridão que não lembra em nada o homem dos tempos de namoro. R.P. estava casada há sete anos e vivendo uma fase difícil do relacionamento, quando conheceu outra pessoa. "Meu então marido começou a me tratar muito mal, só falava comigo gritando e me ofendia de todas as formas. Nesse meio tempo, conheci um homem atencioso, educado, ou seja, maravilhoso. O sentimento foi ficando mais forte da minha parte e ele demonstrava algo também, só que de forma discreta porque ele também era, e ainda é, casado", conta ela, que confessa que pensava nele o dia inteirinho.

R. não agüentou e optou pela separação. "Consegui sair do casamento antes de a traição acontecer, porque não iria conseguir dormir em paz se não fizesse isso. Só de pensar na outra pessoa, eu não transava mais com meu ex-marido e me sentia a pior mulher do mundo", revela, que ainda não realizou seus desejos com a nova paixão. "Hoje a gente ainda está naquela, esperando um dos dois tomar a iniciativa. Mas eu tenho paciência e vou esperar o momento dele também", diz.

D. é casada há três anos e está apaixonada por outra pessoa. "É uma situação muito complicada: meu marido não me trata mais como antes. Estou carente e me interessei por outra pessoa, que me diz tudo o que quero ouvir", revela, cogitando a hipótese da separação. "Estou pensando seriamente em deixar o meu marido, mas dá um certo medo. Se for para largar meu marido, não vai ser para ficar com outro pois tenho medo que aconteça a mesma coisa. Afinal começo de relacionamento é sempre mil maravilhas…", pondera ela, que ainda tem mais uma pessoa em que pensar: o filho. "Estou pesando bem para não magoá-lo. Tenho medo de ser um pouco egoísta e estar pensando apenas em mim", diz.

Segundo a psicóloga Sabrina Dotto Billo, é possível, sim, gostar de duas pessoas ao mesmo tempo. "Todo casamento passa por crises e o caminho saudável é que os casais aproveitem esses momentos para dialogar, refletir e crescer, solidificando o relacionamento. O que acontece é que muitas pessoas usam as dificuldades para justificar atraição, e uma coisa não justifica a outra. Talvez não se sentir responsável por uma traição, já que o relacionamento está em crise, diminua a culpa que quem faz…", explica a psicóloga.

Sabrina sublinha que amor e paixão são sentimentos muito diferentes. "A paixão é uma reação química do nosso organismo e dura de 12 a 36 meses, envolvendo hormônios como dopamina, norepinefrina e feniletilamina. São elas que provocam a aceleração do coração, o rubor da face, a umidade das mão, enfim, aquele ‘frio na barriga'. Já o amor é a construção feita pelo casal e sua duração não tem prazo de validade. Sendoo casamento uma instituição cultural que nos encoraja a formar família,criar os filhos e viver em sociedade, se pressupõe que haja amor", diferencia a psicóloga.

Para quem está casada com um e apaixonada por outro, Sabrina sugere agir com a razão. "É aí que está o nosso diferencial dos outros animais: a racionalidade, acapacidade de pensar e fazer escolhas conscientemente", lembra a psicóloga, acrescentando que se a escolha for continuar casada e a combinação do casal for a monogamia, evitar encontros é um bom começo. "Por exemplo: se o outro é um colega de trabalho e ele a convidar para almoçarem juntos, vale improvisar uma desculpa; se malharem no mesmo horário na academia, vale alterar os horários; enfim, qualquer coisa que nos mantenha afastada da situação em que nossos hormônios contradigam nosso cérebro. Porque se apaixonar pode ser inevitável, mas o comportamento é sempre uma escolha nossa", finaliza.

Por Bolsa de Mulher
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21/08
às 14:00

Oleosidade nos cabelos

Foto: Werner Coiffeur

Água quente no banho e uso de gorros são os grandes vilões da estação.

Uma ampla linha de produtos auxilia, hoje, a população a enfrentar com mais tranquilidade os danos que o frio causa aos cabelos.

A época do ano não é nada amigável para os cuidados com os fios, já que a água quente do banho, provoca uma série de prejuízos ao couro cabeludo.

O cabeleireiro da Visual Hair Design e especialista em tratamento de fio e couro cabeludo, Rodrigo Souza, o Sapão, reforça a importância do cuidado nesse período.

- A água muito quente pode ocasionar a oleosidade do cabelo. A partir daí, o maior volume de caspa, acaba sendo consequência. Se não houver um tratamento adequado, pode evoluir para dermatite seborreica e também para a queda de fios, que é uma das queixas mais comuns - explica.

A água quente retira gordura do couro cabeludo.

As glândulas sebáceas trabalham eliminando mais gordura que o necessário o que provoca o excesso da oleosidade.

Para isso, o especialista lembra que existem dois tipos de tratamento: um deles é feito no salão através da limpeza e ativação das defesas naturais do couro cabeludo com produtos altamente especializados.

Além disso, é importante a manutenção em casa à base de shampoos e produtos desenvolvidos para isso.

Um outro cuidado importante é a escolha certa do shampoo na lavagem.

A dica para homens e mulheres é que sempre seja feito um rodízio nos modelos usados.

- Existem cabelos que saturam de determinados ingredientes. Em alguns casos, quando se usa demais, ele pode acabar ficando pesado e oleoso - completa Rodrigo.

Outra rotina no frio é o uso de gorros ou chapéu.

Os acessórios, apesar de serem bonitos e de protegerem contra a baixa temperatura, podem provocar o abafamento do couro cabeludo, o que também traz como consequência a maior oleosidade.

Fonte: Saude na Internet.

 

Por Marcelo Matusiak
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Foto: Bula Feminina

...e os homens calam


Nós não somos loucas. Seja você um homem ou uma mulher, comece esse texto com essa certeza. A questão por trás da fixação feminina por DR’s vai muito além de uma justificativa bufa como “elas gostam de falar.”

Do mesmo modo, a mania masculina de calar-se – quando deveriam argumentar – também não é uma prova irrefutável de insensibilidade.

Independente das razões de cada um, o comportamento da maioria dos homens e mulheres em uma DR é que faz com que elas sejam, quase sempre, um completo fiasco.

No fundo, tudo que uma mulher quer é ser ouvida. Ser atendida não importa tanto, mas ser ouvida é essencial. Mulheres não criam problemas – são apenas mais aptas a identificá-los, por uma questão simples: somos condicionadas à sensibilidade, enquanto o homem foi culturalmente moldado para calar-se. Daí a errônea ideia que falamos demais, e a injusta constatação de que eles simplesmente não se importam com os problemas da relação.

Enquanto as mulheres buscam ser ouvidas, os homens só querem que aquela discussão termine, porque têm em suas mentes a ideia clara de que discussão = problema, enquanto nós acreditamos que discussão = solução. Acho que já se pode compreender porque essa fórmula jamais encontrou um resultado satisfatório.

Em obediência a essa crença cega de que as DR’s são monstros devastadores dos quais é preciso fugir, os homens simplesmente se calam e esperam que a gente pare – mas nós não paramos. Afinal, queremos ser ouvidas. Estamos buscando uma solução.

A solução está, muito provavelmente, na objetividade. A cultura masculina não permite rodeios, dramas ou discussões desnecessárias. É preciso foco na única coisa que realmente levará a algum lugar: a resolução do conflito. E, convenhamos, ir direto ao ponto não é uma má ideia.

Uma DR objetiva é, necessariamente, uma DR saudável, que fará com que a relação cresça e se aperfeiçoe. Nessas circunstâncias, não existe razão lógica para que uma das partes dessa relação não queira discuti-la, quando necessário. Existe, sim, razão para evitar desgastes que não precisariam existir – como discutir, pela milésima vez, porque ele não te contou que já ficou com aquela sua colega de faculdade. É perda de tempo – um tempo em que vocês poderiam estar vendo uma comédia romântica ou transando como se não houvesse amanhã.

Discussões desnecessárias são ladras de felicidade. Palavras nem sempre resolvem, e o excesso é – SEMPRE – devastador, assim como a completa ausência. Entre o excesso feminino e a ausência masculina, busquemos, portanto, o equilíbrio.


 

Por Nathalí Macedo - Entenda os Homens
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Professora, líder comunitária e devota de São José. Mas foi como mãe de Dalilas, Iracemas e Rosinhas que a artesã feirense Marilene Brito conquistou o mundo. Uma história de vida que salta a máquina de costura para ilustrar o documentário "Bonecas Terapêuticas", idealizado pela equipe da TV Olhos d'água.

O objetivo é revelar detalhes do universo da artesã, mas sem deixar de lado toda a força e simplicidade que faz de Marilene uma mulher com a cara do Sertão. O segredo de tanto sucesso é descartado no lixo pela maioria das pessoas: plástico, retalhos e pedaços de arame. Combinação essa que dá toda a mobilidade que as bonecas de Marilene precisam. De cabeça ela arrisca mais de 7 mil "meninas" espalhadas por aí.

O documentário gravado no distrito de Tiquaruçu, na zona rural de Feira de Santana, foi dirigido pelo jornalista Egberto Siqueira. A direção de imagens é de Alencar Cerqueira e a montagem do audiovisual é assinada por André Santana.

Por UEFS
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